segunda-feira, 4 de abril de 2011

A Moça do guarda-chuva.

A moça do guarda-chuva, amiga do rapaz do sombrero, simplesmente decidiu se molhar. Fechou o guarda-chuva, jogou-se na chuva e molhou-se. Mesmo assim, às vezes recebia a culpa do rapaz do chapéu, que dizia que o guarda-chuva que a moça carregava espantava a chuva. Portanto, era culpa da moça a falta de chuva. A moça não entendia, pois sempre tomava seus banhos de chuva, embora jamais falava para o rapaz que havia algo sobre a sua cabeça, tampouco para retirá-lo.
Será que a moça do guarda-chuva um dia terá coragem para sacar o sombrero da cabeça do rapaz? "Sim", diz ela, com a coragem pulsando como seu sangue que fervia a cada vez que o rapaz jogava sobre ela a culpa da chuva que não caía.

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Same rules, fellas.

Rapaz.

"Como pode ele não perceber que estou aqui?" pensava o sombrero de abas largas que há muito tempo recebia a chuva que deveria cair sobre a cabeça do rapaz que se encontrava abaixo dele. Ouvia o rapaz praguejando, culpando as nuvens, a física e a todos, embora a culpa fosse simplesmente dele. Um dia o chapéu de abas largas apertou a cabeça do rapaz, forçando-o a perceber que havia algo sobre a sua cabeça. O rapaz, indignado, simplesmente culpou o sombrero, sem fazer menção de retirá-lo de lá.
Até quando o rapaz ficará com o sombrero em sua cabeça? Ninguém sabe.
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Muda o texto, a regra continua.

Sombrero.

"Decepcionar-se é (bem) pior do que parece", dizia o rapaz que não tomava banho de chuva há muito tempo. Simplesmente ficava pensando em desculpar-se ou retirar seu quinhão de culpa, jogando-a nas nuvens, acusando-as de simplesmente não molharem a área onde ele se encontrava. Praguejava demais. Mas ele não percebia que precisava tirar o chapéu de abas largas que cobria sua cabeça e seu corpo. Quando viu-se coberto pela sombra do chapéu, fez o que todos fariam: culpou o chapéu por não sair de lá, por não ouvir as reclamações. 
Mas o chapéu não sairia de lá sozinho. Nunca saiu. 
Até quando ficará lá? Ninguém sabe.
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Se quiser o texto desmetaforizado, pergunte.
Não tente entender por si só e formar sua opinião sem conhecer os motivos do texto.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Universidades, Trotes e suas Proibições.

É proibido fumar em áreas fechadas. Explicação: atinge demasiadamente os fumantes passivos - as pessoas que não fumam e ficam inalando a fumaça. Corretíssimo, ninguém deve ficar fungando na fumaça dos outros. E ninguém pode obrigar alguém a fazê-lo. Quer fumar, simplesmente saia do recinto.
Proibido dar trote na universidade. Explicação: às vezes, os trotes atingem os calouros de forma negativa. Às vezes.
O que é o trote? Aliás, qual a fundamentação social de um trote? Pra quê ele serve? Quais os limites?
Bom, como todo mundo sabe, eu sou aluno do curso de Direito da Fundação Universidade Federal do Rio Grande, aka FURG. Estou no segundo ano e, como todas os veteranos e bixos, aguardava ansiosamente para dar o tão famoso trote nos bixos. Foram várias horas de reunião para decidirmos qual a melhor maneira de acolhermos e fazer com que os calouros sintam-se em casa, como membros do galho que é o curso de Direito na "árvore científica-genealógica" da Universidade. Horas pensando algo que não vá ser ofensivo ou humilhá-los, tendo em vista que no meu curso não há registros de trotes violentos e/ou humilhantes. Fica tudo na brincadeira e todos com o direito de pedirem para não participarem ou, em casos extremos, para que pare.
Feita a introdução, gostaria de dizer que me senti frustrado quando soube que qualquer tipo de trote fora proibido pela Universidade e que seriam veementemente "combatidos" e punidos. Me perguntando o porquê dessas sanções, o que vem à minha cabeça é que os bons pagam pelos maus. Sim, por mais que pintemos as unhas ou os rostos, sempre levaremos a culpa dos filhos da puta que fazem merda dos trotes uma maneira para se vingarem das humilhações dos anos anteriores. Essa herança precisa ser exterminada, mas ninguém arrisca perder sua chance de vingança. Ninguém. Se tivesse trote entre os professores, seria a mesma merda coisa.
Fico indignado e ao mesmo tempo surpreso ao ver a repressão que se faz em torno de meras brincadeiras com os novatos, principalmente quando essas brincadeiras são feitas de forma amigável e sem o intuito de agredir física e psicologicamente uma pessoa. Uma tinta aqui, uma música acolá jamais fez mal a alguém. Muito pelo contrário, faz bem. Todo veterano já foi novato e já sentiu a sensação de estar completamente integrado à faculdade no momento do trote. É algo como ser iniciado num culto e não um preço que se paga obrigatoriamente para simplesmente passar vergonha. É um momento de integração, de brincadeiras.
Porém sempre há os retardados que se passam dos limites, cruzando a linha entre diversão mútua e diversão meramente de uma das partes, fazendo com que inicie-se uma reação em cadeia que perdurará por vários anos até que haja uma turma que pegará mais leve. Quase ninguém percebe que o trote desse ano se repetirá no próximo e refletirá nos bixos dos bixos dos bixos dos bixos. É uma bola de neve: uma vez ruim, sempre será pior, porém, quando bom, sempre tende a melhorar.
Num trote, há muito mais do que a mera tradição de dar trote nos bixos, há a tradição do trote, de como ele é feito. Marginalizá-lo é simplesmente uma falta de consciência dos responsáveis, enquanto impor limites e ensiná-los é muito mais cabível e interessante. O trote sempre vai ocorrer e, quanto mais escondido, mais perigoso e o perigo aumenta todo ano. Por fim, ficarão três recados.
Aos Criminalizadores do Trote: Vão se foderem Busquem novas maneiras de fazer com que não hajam abusos nos trotes. Criminalizar não é a solução!
Aos Veteranos: Não façam com os outros o que vocês não gostariam que fizessem com vocês. O trote precisa ser bom pra todos, principalmente pros próximos bixos, para que se mantenha a boa corrente.
Aos Bixos: Aproveitem, aprendam com o trote. Não aceitem caso se sintam ofendidos. Não é necessário fazer nada que vocês não queiram. Só não façam a bobagem de entrar numa bolha e deixarem passar a sua entrada na universidade em branco - não, isso não quer dizer "sejam pintados".

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Nightmare pt. 1

Acorda. Trabalha. Come. Trabalha. Dorme. - Dias da Semana
Acorda. Curte. Come. Curte. Dorme. - Finais de Semana.
Acorda. Olha para os lados. Um mundo completamente novo à sua frente. Pirâmides à sua volta, mas nada de Egípcio. Num piscar de olhos, Paris e a Torre Eiffel podem ser vistas. Outro piscar e ele está no trabalho, em um escritório, procurando o porquê, a explicação do motivo pelo qual estão levando pólvora, ilegalmente, aquele lugar. O café vem sendo sua melhor companhia há três dias. A cama e a mulher há dois dias sozinhos. "Eu desisto, ele disse". O curto tempo entre descer as escadas e ir pra casa parece demorar anos. "Einstein e sua relatividade, que coisa mais óbvia", ele pensa. No rádio, notícias sobre a guerra em um daqueles países que não tem paz há séculos. Lá fora, nada de paz também. Buzinas são ouvidas como se as sinaleiras tivessem ouvidos. "De que adianta buzinar, se de nada adianta? Idiotas". Pela avenida, cento e vinte quilômetros por hora, outdoors diversos: massagens VIP e comida. "Comida. Parece que não como há anos". Boceja calmamente, procurando segurar firmemente o volante de seu carro novo, considerado o carro do ano por "aquela-revista-que-nem-leio". Ele olha. A entrada para sua casa está próxima. Precisa entrar à direita após o próximo posto de combustível. Aquela olhada para o marcador de gasolina é quase-que-sagrada. Abastecia naquele posto há mais de cinco anos, desde que mudara para um bairro nobre. Entrara para a alta sociedade daquele lugar, com seu carro e sua casa, projetada por ele mesmo. "Eu não posso acreditar". O trânsito havia parado, por causa de um acidente. Âmbulancias por todos os lugares. "Será que está passando no rádio?", diz ele, zapeando pelas rádios até descobrir que um acidente entre um caminhão, dois carros, uma van e uma moto acarretaram na morte de mais de vinte pessoas. Quando, finalmente o trânsito recupera a sua vitalidade, ele pega mais duas direitas, uma esquerda e, três horas depois, estava em casa. "Comer ou dormir? Eis a questão", pensa ele, rindo sozinho da frase que acabara de lembrar. Entrando em casa, decide comer, afinal, os três dias comendo apressado estavam pesando. Após um maravilhoso jantar, vai na direção do quarto, deita-se e dorme. Descansado, poderia curtir seu final de semana com aquela mulher que amava. Durante a noite, ele tem um sonho: Acorda. Olha para os lados. Um mundo completamente novo à sua frente. Pirâmides à sua volta, mas nada de Egípcio. Num piscar de olhos, Paris e a Torre Eiffel podem ser vistas. Outro piscar e ele está no trabalho, em um escritório, procurando o porquê, a explicação do motivo pelo qual estão levando pólvora, ilegalmente, aquele lugar. O café vem sendo sua melhor companhia há três dias. A cama e a mulher há dois dias sozinhos. "Eu desisto, ele disse". O curto tempo entre descer as escadas e ir pra casa parece demorar anos. "Einstein e sua relatividade, que coisa mais óbvia", ele pensa. No rádio, notícias sobre a guerra em um daqueles países que não tem paz há séculos. Lá fora, nada de paz também. Buzinas são ouvidas como se as sinaleiras tivessem ouvidos. "De que adianta buzinar, se de nada adianta? Idiotas". Pela avenida, cento e vinte quilômetros por hora, outdoors diversos: massagens VIP e comida. "Comida. Parece que não como há anos". Boceja calmamente, procurando segurar firmemente o volante de seu carro novo, considerado o carro do ano por "aquela-revista-que-nem-leio". Ele olha. A entrada para sua casa está próxima. Precisa entrar à direita após o próximo posto de combustível. Aquela olhada para o marcador de gasolina é quase-que-sagrada. Abastecia naquele posto há mais de cinco anos, desde que mudara para um bairro nobre. Entrara para a alta sociedade daquele lugar, com seu carro e sua casa, projetada por ele mesmo. "Eu não posso acreditar". O trânsito havia parado, por causa de um acidente. Âmbulancias por todos os lugares. "Será que está passando no rádio?", diz ele, zapeando pelas rádios até descobrir que um acidente entre um caminhão, dois carros, uma van e uma moto acarretaram na morte de mais de vinte pessoas. Quando, finalmente o trânsito recupera a sua vitalidade, ele pega mais duas direitas, uma esquerda e, três horas depois, estava em casa. "Comer ou dormir? Eis a questão", pensa ele, rindo sozinho da frase que acabara de lembrar. Entrando em casa, decide comer, afinal, os três dias comendo apressado estavam pesando. Após um maravilhoso jantar, vai na direção do quarto, deita-se e dorme. Descansado, poderia curtir seu final de semana com aquela mulher que amava.

Acorda de susto, doze horas após pegar no sono. "Ei, esse foi o meu dia de ontem!", ao mesmo tempo em que pensava estar vivendo um sonho. De repente, uma pergunta que não pode responder vem à tona: "Que porra é essa?"
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Fim da Parte 1

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ei, você aí, quer escrever Aqui?

Detector de Mentiras: On.
Olá, amados.
Droga.
Olá, queridos.
Tá difícil hoje.
Olá, seus cornos.
Puts, quase consegui.
Olá, inúteis pseudo-leitores. É com imensao vergonha orgulho que venho por meio deste post informá-los que eu estou com surtos de LER nas costas (que estão me dando vontade de gritar de dor e meu braço não tá bom) sem vontade, criatividade e, de certa forma, tempo. Ok, não sei mais mentir. Ops. Enfim, estando há uma semana da volta às aulas, acho que está na hora de voltar a dormir direito postar. Sim, porque tenho alguns textos escritos, que poucas pessoas podem e/ou merecem ler. [Você, que não recebeu textos, não é importante pra mim. Tá, é só um pouco. Na verdade, você é, nada mais, nada menos do que o cocô do cavalo do bandido (Muahahahaha)]. Passei por maus e bons momentos nas férias, que, no momento não quero relatá-los aqui, até porque isso não é um Twitter diário. Só o que posso dizer é que fiquei com "saudades, mordidas e hematomas na caaaaaaaaaaama" [TequilaBaby-Negue] (Se o chapéu das mordidas dos hematomas servirem, me ligue! significa que sim, você está sendo dedurada, ___) Essa parte aí das mordidas é mentira, mas eu menti tão bem que nem o detector percebeu.
Piadas internas à parte e somado o fato do blog não ser um confessionário "direto", vamos ao verdadeiro assunto dessa postagem: você, que escreve. Juro! Há tempos que quero fazer isso, tanto para qualificar çaporra o blog quanto pra explorar mais assuntos e/ou opiniões. Funciona da seguinte forma: convidarei alguns conhecidos, blogueiros ou não, pra escreverem algo que será postado aqui. Não será qualquer um, porque o qualquer um já escreve aqui há um tempo já.

A princípio, era isso.
Fui, mas volto ainda essa semana com mais novidades e, se vocês rezarem e escovarem bem os dentes, um texto.



O título deve ser lido como a marchinha de carnaval, pra entrarmos no ritmo.
Antes de qualquer piadinha, o "Aqui" é aqui no blog.


Esse post com trechinhos coloridos é porque eu sei que vocês curtem Restart e Cine.
Legenda: Vermelho: Mentira - Verde: Mentira.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Por uma Reforna na Igreja Protestante

Ei, tu aí, que vais numa Igreja Protestante, sabes quem foi Martinho Lutero? Ah, claro que sabes, eu imaginava que não eras um estúpido por completo. Ah, ficastes sabendo só por causa do seu batizado na Igreja? Desculpa, amiguinho retardado, mas tu não tens noção do que Martinho Lutero fez. Mal sabes tu que ele não só confrontou a Igreja e é o marco do Protestantismo. Enquanto tu ficas achando que ele simplesmente fez isso, aprenda uma coisa, seu IDIOTA meu amigo: sua Igreja de merda só tem o nome de "Protestante" e só fala no Lutero por obrigação e pra dizer que a Igreja Católica está/estava errada. Falso moralismo HIPÓCRITA de merda. - Falar hipócrita em época de BBB é meio clichê, mas mesmo assim eu gosto. Voltando ao assunto: Repito. FALSO - HIPÓCRITA - DE M-E-R-D-A. As Igrejas Protestantes de hoje nem sabem o que está escrito lá nas 95 Teses.
Fala-se muito de Lutero nos dias de hoje, porém esconde-se o que ele disse. É como achar que Karl Marx é "o cara que falou do Marxismo, eu sigo os ideais e ponto final", sem imaginar o que está escrito nas "obras fundadoras do pensamento", O Capital e o Manifesto Comunista. É usar a camisa do Che e votar nos partidos de extrema direita, xingar o Bush e querer comprar armas dos EUA. É ter um pinto e mijar sentado atrás da moitinha. Hipocrisia gigantesca e grotesca, tendo em vista que temos a internet pra qualquer momento pesquisarmos, mesmo que seja no Wikipédia ou algo básico do Google. 
A verdade é: a Igreja Protestante não segue o protestantismo e ninguém percebe / quer perceber. As tão faladas indulgências são cobradas em forma de doações além do dízimo, os famosos envelopinhos que vão diretamente pra laranjas e depois viram grandes emissoras de rádio e televisão, além de casas, apartamentos, carros e, em alguns casos, putas e drogas Jesus. Num curso pra pastor, ensina-se a falar a palavra de um modo que convenha e que convença as pessoas a fazerem doações, enquanto nosso amigo Lutero dizia que "O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus". (62).
Agora, vamos à Igreja Católica e suas proibições sobre o uso da camisinha, sexo antes do casamento e tudo mais. Eu já ouvi pessoas que vão em Igrejas Protestantes dizerem que ser homossexual é uma doença e que essas pessoas precisam da cura de Deus e tenho certeza absoluta que isso não tá na Bíblia. Eu sei que isso quem fala são os FILHO DUMAS PUTA pastores, aqueles lá, operadores de milagres e que deveriam estar, como o nosso amigo Jesus pregou (e tá na PORRA da Bíblia!), reunindo o rebanho para que possamos viver em paz, mas estão dividindo e, assim como fez a Igreja Católica nas Cruzadas e na Segunda Guerra e apontando, por baixo da mesa, as pessoas que devem ser crucificadas. Os pastores não percebem o poder que têm sobre os pobres coitados que vão à Igreja. Essas pessoas estão ali porque precisam de Deus e/ou querem agradecer a Deus, mas saem de lá completamente bitoladas e mais retardadas. Isso sem comentar que nada muda em casa e as pessoas vão à Igreja só pra dizer que vão, pois saem de lá sem serem tocadas. Não são ensinadas a perceber que o toque não está naquela pessoa que desmaia e vira os olhos no meio do culto, mas está ali, na frente do nariz: na Bíblia. Aprendam de uma vez, seus TONGOS, RETARDADOS, IDIOTAS DO CARALHO inúteis. A culpa não somente tua, mas também do espírito de porco dos pastores e/ou da má preparação que eles têm. Tu de casa, estudes a história da tua Igreja. Se gostas, leia a Bíblia antes e aprenda com ela. Não deixe que te digam o que tu tens que aprender. Como diria o Santo ET Bilu, "busquem conhecimento". 
A Igreja Protestante precisa de uma "Reforma Protestante" o mais rápido possível, antes que tudo esteja perdido. Alguém salve esses pobres coitados que vão lá para serem enganados.

Amém.



E, ao meu amigo, vás, cria-te pastor e seja o próximo Martinho Lutero. Tens meu apoio, confio em ti. =D

Esse post é dedicado a um amigo que almeja ser pastor, mesmo sabendo o que vai encontrar por lá.